quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Dicas de Make para o Reveillon

Aposte:
- Os tons dourados combinam com todos os tipos de pele e se você estiver bronzeada, fica ainda melhor, ele realça o bronze.
- Base líquida ou cremosa proporcionam um efeito mais natural no verão, não esqueça do primer antes da base, ele ajuda a garantir a duração da maquiagem.
- O marron nos olhos ou um delineador preto fica super bem.
Passe longe:
- Brilho demais (cabelos, olhos, boca, tudo junto fica over...)
- Maquiagem combinando com a roupa (cor do batom ou sombra)
- Blush super marcado (sabe aquela faixa que vai do início do rosto até quase a testa? Não fica bem em ninguém)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Mais opções...


Look leve, simples e confortável, mais uma boa opção...

Mais looks para o Reveillon


Neste look os acessórios, continuam atraindo a energia da cor regente de 2011. Uma boa opção para quem vai virar o ano na praia.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Looks para o Reveillon


A cor regente de 2011 será o amarelo e todas as suas nuances, isso inclui o creme, o palha e o dourado.

Use o amrelo na virada do ano e comece atraindo as boas vibrações dessa energia.

O amarelo puro transmite luz, calor, movimento e intelectualidade e está associado a prosperidade, ao otimismo e ao verão.

Ok! Não gosta do amarelo em roupas, vale usar nos acessórios, lingerie...

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Inspiração

Essa imagem pode ser usada como inspiração para um look, para as mulheres de estilo romântico, feminino.

A maquiagem e a headband compõe o look com perfeição, não acham?

domingo, 19 de dezembro de 2010

A Interferência do destino... por Martha Medeiros

Meninas,

Eu adoro os textos da Martha Medeiros, a coluna dela na Revista O Globo, de hoje, está maravilhosa. Decidi compartilhar com vocês... super real, atual, enfim encarei como uma carta direcionada a mim. Espero que gostem!

A interferência do destino

Nunca as pessoas procuraram tantas fórmulas para buscar serenidade e compreensão diante dos dilemas emocionais da vida. Muitos fazem terapia, outros se apoiam em medicamentos, há os que consomem literatura filosófica, psicanalítica ou de autoajuda, há quem busque respostas na astrologia, os que se consolam na religião, mas ainda que tudo isso (ou algo disso) ajude a lidar com os questionamentos que nos pertubam, nada parece convincente o bastante. Alguém consegue ter 100% de certeza sobre as escolhas que deve fazer? Vai ou fica? Arrisca ou espera? Aceita ou recusa? Todos os dias tomamos decisões, a maioria delas corriqueira, mas há momentos em que nos sentimos paralisados pela dúvida. O tão propagado autoconhecimento nos dá uma pista sobre o caminho a seguir, mas decidir é sempre tenso e desgastante. Nessas horas de extrema fragilidade é que a gente torce para que não seja preciso decidir nada: tudo o que se quer é que o destino interfira.
E ele interfere. Um telefone que toca, um email que chega, um convite que é feito, uma pessoa que nos é apresentada. Uma trivialidade qualquer pode dar a você as respostas que não tinha. Ou simplesmente aniquilar com suas perguntas, o que é ainda melhor. Tudo o que se espera do destino é que se assuma o comando por nós.
Exemplo: uma amiga estava tentada a ceder às investidas do ex-marido, mesmo sabendo que a relação dos dois não tinha mais combustível. Ainda sentia algo por ele, mas temia sofrer tudo o que já havia sofrido antes. Ainda sim, pensava: por que não dar outra chance? Por outro lado, vale a pena percorrer o mesmo caminho já trilhado? Enquanto se consumia entre o medo de voltar para um amor insatisfatório e o medo de perdê-lo para sempre, o destino resolveu o caso: ao entrar no elevador pela manhã, ela encontrou um moço que estava perdido, sem saber em que andar descer para visitar um amigo. Dias depois recebeu um email desse mesmo moço e o resto da história fica a critério de cada um.
Outro exemplo: um homem havia recebido uma proposta para trabalhar em São Paulo, mas isso significaria ter que deixar a mulher e a filha em Porto Alegre, já que a carreira bem sucedida dela impedia de acompanhá-lo. Ele, por sua vez, estava ganhando mal, sentindo-se desprestigiado no emprego, e a nova oferta de emprego solucionaria essa questão, mas não tinha vontade de ir sozinho para uma cidade onde não conhecia ninguém. Fosse qual fosse a decisão tomada, haveria um custo emocional. Foi passar um feriado no Uruguai para espairecer e pensar melhor, ganhou uma bolada no cassino e investiu o dinheiro numa pequena sociedade com um ex-colega da faculdade, alterando completamente seu rumo profissional, sem precisar se mudar.
Vai ou fica? Arrisca ou espera? Aceita ou recusa? Que o destino, de vez em quando, decida por nós. A gente merece uma trégua.